Os deveres do coração - Chovot Halevavot

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Os Deveres do Coração é uma descrição sistemática de todas as obrigações religiosas que tocam o coração humano.
Enfoca todas as forças do caráter, como o sentimento, o direcionamento da vontade e o conhecimento intelectual.
Esta obra criou uma nova trilha na literatura religiosa: o caminho do Mussar (moral), que vê no amor a Deus o centro de tudo, desde a necessidade de conhecê-Lo e reconhecer Suas dádivas, até servi-Lo e amá-Lo.
Assim, o amor aos seres humanos tem valor somente como reflexo do amor a Deus, e a meta é revelar o âmbito interior do homem e sua tendência em viver uma vida moral elevada, unindo sua vontade à do Criador.

Edição 2015 - encadernação: brochura. Capa mole sem orelha.

Páginas: 358

Autor: Bachya Ibn Pakuda

Editora: Sêfer


Índice:

Índice

Prefácio à Edição Brasileira

Introdução

Portal 1: A Unicidade Divina

Portal 2: Refletindo sobre a Criação

Portal 3: Servir a Deus

Portal 4: Confiança em Deus

Portal 5: A Devoção do Coração

Portal 6: A Humildade

Portal 7: Teshuvá (Arrependimento)

Portal 8: A Auto-Avaliação

Portal 9: Abstinência

Portal 10: Amar a Deus

As Dez Estrofes

Admoestação (Tochechá)

Súplicas (Bacashá) 

Trechos:

Prefácio à Edição Brasileira

Rabênu Bachiá é o primeiro filósofo do judaísmo hispânico. Com o declínio das comunidades judaicas da Babilônia, no século XI, começa a brilhar a luz dos sábios da Espanha judaica, que ocuparam um lugar tão importante em nossa cultura.

Praticamente, não conhecemos os dados biográficos de Rabênu Bachiá. Do tradutor desta obra (o original foi escrito em árabe, que era a língua falada pelo povo), Iehuda ibn Tibon, aprendemos que seu nome era Rabênu ("nosso Mestre") Bachiá ben Iossef Ibn Pacuda, um juiz que vivia na cidade de Saragossa, a mesma do poeta Ibn Gabirol. Seu livro foi provavelmente divulgado por volta do ano 1040.

Em contraste com a falta de dados sobre sua vida, podemos conhecer seu mundo interior através desta vasta obra, aqui apresentada. Sua completa devoção a Deus e pureza interna é notável! Não é à toa que, de todos os filósofos judeus, justamente ele recebeu a alcunha de "Chassid" (devoto). É claro e transparente também o grande amor a Deus contido em seu coração e que extravasa em muitos trechos de seu livro. As dificuldades e sofrimentos que experimentou na vida são aparentes. Em suas palavras, muitas vezes sentimos suas lágrimas ainda quentes, jorrando de um coração alquebrantado, que encontra apoio e proteção na Graça Divina.

Embora Rabênu Bachiá tenha escrito muito sobre a beleza da Criação e o esplendor que envolve a natureza, podemos notar as feridas de sua alma, que geme como uma pomba e suplica perante Deus. Desta alma ouvimos também a frase citada em nome de um devoto: "Se me queimares no fogo, somente aumentarei meu amor por Ti" (Décimo Portal, "Amar a Deus").

Possivelmente, esta tendência em seus escritos originou-se nas dificuldades de emigração do início de estabelecimento judaico na nova diáspora da península ibérica, ou talvez no sofrimento particular do autor.

Sua cultura e seu domínio das fontes dos Sábios do Talmud (tradição judaica) são muito abrangentes. Nota-se sua tendência para o pensamento lógico e filosófico, característicos de sua época. Pode-se notar também seu domínio sobre muitos campos da ciência, como a geometria de Euclides e a filosofia neoplatônica. Rabênu Bachiá é o primeiro a se basear nas palavras dos sábios de outros povos, citando-os quando julga suas palavras compatíveis com o espírito do judaísmo.

 

O Enfoque Moral

 

Enquanto Rabi Iehuda Halevi, em seu livro O Cuzarí, enfoca o contato existencial com Deus, e Maimônides, no Guia dos Perplexos, analisa esta ligação do ponto de vista intelectual, Rabênu Bachiá nos ensina o lado moral do Serviço Divino.

Reconhecer as bondades do Criador é o alicerce ético para o cumprimento da Vontade de Deus. Este ponto é enfatizado no início do Terceiro Portal (Servir a Deus), quando explica as razões psicológicas para a omissão dos homens no tocante às dádivas Divinas. Entre estas razões está a rotina, que nos faz sentir estes presentes como óbvios. O autor vê na outorga da Torá o maior dos presentes de Deus, assim como as provas fiéis e os milagres que nos fazem acreditar nela. Como evidência recente das bondades de Deus para conosco, traz a existência de nosso povo, que sobreviveu à diáspora entre povos de culturas diferentes da nossa.

No Portal "Servir a Deus", o autor desenvolve a ideia de que os homens costumam retribuir aos seus companheiros que lhe fizeram favores por interesse, e deduz daí nossa obrigação em retribuir a Deus a bondade que Ele nos concede, desde o nascimento, em todos os instantes de nossa vida, através do Serviço Divino.

Os devotos não se contentam em fazer as Mitsvót (mandamentos) explícitas na Torá, mas se esforçam por fazer a vontade de Deus de forma completa, e esta só pode ser alcançada através da perfeição dos "deveres do coração".

A meta é revelar o âmbito interior do homem, sua tendência em viver uma vida moral elevada, juntando assim sua vontade à do Criador. A Torá é o meio que desperta forças adormecidas em nossa alma, e as limitações da Torá vêm trazer uma educação externa, porém visando chegar à vontade mais profunda do homem, que é fazer a vontade de Deus, gravada por Ele em nossas almas, ao criar-nos à Sua imagem.

 

Sobre o autor:

 

Bachiá Ibn Pacuda

Rabênu Bachiá é o primeiro filósofo do judaísmo hispânico. Com o declínio das comunidades judaicas da Babilônia, no século XI, começa a brilhar a luz dos sábios da Espanha judaica, que ocuparam um lugar tão importante em nossa cultura.

Praticamente, não conhecemos os dados biográficos de Rabênu Bachiá. Do tradutor desta obra (o original foi escrito em árabe, que era a língua falada pelo povo), Iehuda ibn Tibon, aprendemos que seu nome era Rabênu ("nosso Mestre") Bachiá ben Iossef Ibn Pacuda, um juiz que vivia na cidade de Saragossa, a mesma do poeta Ibn Gabirol. Seu livro foi provavelmente divulgado por volta do ano 1040.

Em contraste com a falta de dados sobre sua vida, podemos conhecer seu mundo interior através desta vasta obra, aqui apresentada. Sua completa devoção a Deus e pureza interna é notável! Não é à toa que, de todos os filósofos judeus, justamente ele recebeu a alcunha de "Chassid" (devoto). É claro e transparente também o grande amor a Deus contido em seu coração e que extravasa em muitos trechos de seu livro. As dificuldades e sofrimentos que experimentou na vida são aparentes. Em suas palavras, muitas vezes sentimos suas lágrimas ainda quentes, jorrando de um coração alquebrantado, que encontra apoio e proteção na graça Divina.

Embora Rabênu Bachiá tenha escrito muito sobre a beleza da Criação e o esplendor que envolve a natureza, podemos notar as feridas de sua alma, que geme como uma pomba e suplica perante Deus. Desta alma ouvimos também a frase citada em nome de um devoto: "Se me queimares no fogo, somente aumentarei meu amor por Ti" (Décimo Portal, "Amar a Deus").

Possivelmente, esta tendência em seus escritos originou-se nas dificuldades de emigração do início de estabelecimento judaico na nova diáspora da península ibérica, ou talvez no sofrimento particular do autor.

Sua cultura e seu domínio das fontes dos Sábios do Talmud (tradição judaica) são muito abrangentes. Nota-se sua tendência para o pensamento lógico e filosófico, característicos de sua época. Pode-se notar também seu domínio sobre muitos campos da ciência, como a geometria de Euclides e a filosofia neoplatônica. Rabênu Bachiá é o primeiro a se basear nas palavras dos sábios de outros povos, citando-os quando julga suas palavras compatíveis com o espírito do judaísmo.

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